quinta-feira, 26 de abril de 2018

Operação #Underground 2: Acusado de distribuir pornografia infantil fica preso em Parnaíba



Policia Federal deflagra hoje (26), em várias estados a Operação #UNDRGROUND 2, no combate á pornografia infantil. Um homem foi preso e encaminhado a delegacia de Parnaíba.
Francisco César da Silva Santos foi preso na cidade de Água Doce (MA), e encaminha a delegacia da PF de Parnaíba (PI). (Foto: Extra Parnaíba)
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (26) a segunda fase da Operação #Underground 2, dando cumprimento a 10 mandados de prisão preventiva contra acusados de distribuição de pornografia infantil nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, Acre e Maranhão, onde foi detido Francisco César da Silva Santos. A prisão aconteceu na cidade de Água Doce, distante cerca de 100 quilômetros de Parnaíba.
Por conta disso, o preso foi trazido para a sede da delegacia da Polícia Federal, localizada na Avenida São Sebastião. Francisco César foi encaminhado para a realização de exame de corpo delito no posto avançado do Instituto Médico Legal (IML) e em seguida levado para a Penitenciária Mista Dr. Fontes Ibiapina. Com ele, a polícia aprendeu um computador com material pornográfico de conteúdo infantil, além de peças de roupa de crianças.
Francisco César da Silva Santos foi levado ao Instituto Médico Legal para realização do exame de corpo de delito.
Segundo o apurado através das investigações, Francisco integrava uma quadrilha em que grande parte dos acusados abusava sexualmente de crianças registrando imagens. Em outro momento, o material era compartilhado via internet, sendo trocado ou vendido para outras pessoas. Algumas vítimas já foram identificadas, o que permitiu mostrar que o agressor, muitas vezes, é uma pessoa do convívio familiar ou até mesmo membro da família.
Em todos os estados onde a PF realizou a operação, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e 10 prisões. As imagens eram publicadas em um ambiente virtual conhecido como DEEPWEB, de acesso restrito, o que dificulta o trabalho de identificação dos suspeitos. O crime de divulgação de imagens de pornografia infantil prevê pena de 3 a 6 anos de reclusão. Já o crime de estupro de vulnerável prevê de 08 a 15 anos de prisão.
Por Daniel Saturnino/PCN  
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