Fiscalização do Procon e MPPI mira academias de Parnaíba

 


A Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor (Procon), juntamente com o Procon Estadual, Ministério Público (MP) e Polícia Militar, deflagraram na manhã desta terça-feira (07), mais uma operação de fiscalização em academias e postos de combustíveis de Parnaíba.

A ação foi coordenada pelo promotor titular da 2ª Promotoria de Justiça de Parnaíba, Cristiano Peixoto, a fim de garantir o cumprimento das normas vigentes e proteger os direitos dos cidadãos.

De acordo com o agente fiscal Procon do Ministério Público do Piauí, Arimatéia Arêa Leão, em uma das academias não havia profissional de educação física habilitado para a função, nem documentação comprovando sua inscrição no Conselho Regional de Educação Física (Cref - PI), requisitos indispensáveis para o pleno funcionamento do estabelecimento. 

"Hoje visitamos duas academias de propriedade da mesma pessoa e um dos prédios encontrava-se em situação irregular, sem registro junto ao Cref e também não dispunha de um profissional de Educação Física. Coincidentemente o estabelecimento foi fechado ontem à noite". De lá fomos até a outra unidade da academia situada na Avenida Avenida Pinheiro e essa, por sua vez, está com a situação regular", disse o fiscal. 

O secretário municipal do Trabalho, Rafael Fernandes, reiterou que a ação endossa uma série operações de fiscalização na cidade, com o objetivo de proteger a população. 

"Mais uma vez estamos nas ruas executando essa tarefa que nos foi confiada. Em parceria com o Procon Estadual, Ministério Público e polícia militar, estamos fiscalizando durante todo o dia de hoje academias e postos de combustíveis de Parnaíba. Pedimos a colocação da sociedade para nos ajudar nessa luta, encaminhando denúncias através do número 151, que iremos analisar todas as demandas que forem chegando", orientou. 

À reportagem do Conecta Piauí, a proprietária das academias, Letice Colasso, negou as irregularidades no estabelecimento vistoriado pelos órgãos fiscalizarórios. 

"Fechamos a academia do bairro João XXIII por conta do baixo faturamento. Não procede a informação de que estávamos funcionando de forma irregular. A academia estava regular, assim como nossa unidade da Pinheiro Machado ", alegou. 

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